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terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Need You Now :: Capítulo Bônus II

Oi gente, finalmente né. '-'. Desculpe a demora, mas espero que gostem. Ficou meio idiota, na minha parte, mas gostei de escrever. Lembrando: É especial Nelena, então vai ter mais do que Jemi ;D'. Boa leitura e espero que gostem!

Need You Now
Capítulo Bônus II 

"- Isso não está acontecendo! - exclamou Selena sentindo as lágrimas escaparem. "

~

O sol raiva naquela manhã invadindo o quarto onde o casal dormia com um sorriso apaixonado em seus lábios. Selena espreguiçou-se na cama e foi abrindo os olhos lentamente. Sorriu ao sentir Nick acariciando sua mão e logo o mesmo abrindo os olhos. Selena se virou ao marido e lhe deu um selinho demorado.  

- Bom dia, princesa. - Nick disse sorrindo e acariciando seu rosto.  
- Bom dia, meu príncipe. - dizia Selena sorrindo e gostando.  
- Dormiu bem? - Nick perguntou dando um beijo na bochecha da amada.  
- Melhor com você ao meu lado. - Selena disse sorrindo e lhe dando um selinho demorado. - E você?  
- Cada dia melhor. - disse rindo e a menina acompanhou o riso.  

Nick a abraçou fortemente, afundando seu rosto no pescoço de sua mulher dando-lhe um beijo, provocando um arrepio fazendo-o sorrir. Porém, rapidamente se levantaram, levando um susto quando um ser começou a pular em ciam deles.  

- Acorda mamãe, acorda papai. Não fiquem com essa melação, vamos levantar e ir no parque. - disse a pequena Lucy se sentando na cama sorrindo.  
- Claro querida, já vamos. - disse Selena sorrindo para a pequena que logo fora retribuída.  
- Eu vou me arrumar então, espero vocês lá em baixo. - disse sorrindo e saiu do quarto deles.  

Como Nicholas e Selena havia prometido á pequena que a levariam ao parque, passariam a tarde com ela, como a mesma queria. Ela sentia falta dos pais, por sempre estarem trabalhando e se dedicado na música, a mesma entendia, mas sentia falta.  
Selena se levantou, foi ao banheiro, tomando seu banho relaxante e se trocou, colocando um shorts jeans, uma regata rosa e uma rasteirinha da mesma cor da regata. Logo em seguida, Nick foi tomar banho rápido, colocando uma calça jeans, uma camisa branca e um tênis preto.  

- Ainda bem que já levantaram. - comentou Lucy enquanto tomava seu leite sentado na cadeira da cozinha. 
- Quem colocou o leite para você, Lucianne? - perguntou Nick surpreso, se sentando ao lado da menina.  
- Eu mesma papai. - disse a menina, sorrindo orgulhosa.  
- Hm, não é muito perigoso você mesma pegar? - perguntou Nick fazendo com que Selena e Lucy revirassem os olhos. 
- Nicholas, - começou Selena - pare com essa frescura. - disse rindo - Não precisa de tudo isso. Lucy já tem 6 anos e já está querendo se "virar". Deixa ela, querido. Gostaria que ela fosse uma preguiçosa que precisasse da gente toda hora? - riu a mesma seguida pela filha.  
- Hum... - resmungou Nicholas olhando para a filha - É, está certo. - Selena abriu um sorriso vitoriosa.  
- Então tomem café logo e parem de enrolar! Quero ir logo para o parque. - Lucy disse sorrindo, indo para a sala.  

Nicholas e Selena tomaram seus cafés, indo logo ao parque, como Lucy queria. Quando a menina viu que chegaram, saiu do carro pulando, indo até a grama onde se jogou. A mesma, gostava muito de estar com a natureza, andar descalça e sentir a grama em seu pé, gostava de sentir o cheiro das árvores, cheirar as flores. Era um dos locais que a mais agradava. Os pais da menina a seguiram, onde se sentaram na grama ao lado da pequena.  

- Vocês fizeram piquenique para a gente? - perguntou a menina ansiosa.  
- Piquenique? - perguntou Selena e a menina assentiu - Não querida, a gente não sabia que você queria fazer piquenique. 
- Então agora sabem. Vamos fazer?  
- Desculpe filha, não vai dar. Você devia ter pedido antes. - comentou Selena - Na hora do almoço vou ter que dar uma passada na gravadora, mas você pode ficar aqui com seu pai... - interrompida.  
- Eu vou ter que ir na gravadora também, Selena. - falou Nicholas olhando para a mulher, que havia esquecido completamente.  
- Ain, eu tinha esquecido. Eu vou ter que reassinar o contrato e você também, né? - perguntou Selena e logo vira o marido assentir - Filha, depois que sairmos daqui, a gente te leva em casa, dai depois pegamos você e vamos no restaurante, ok? O resto da tarde é nossa. 
- Não! - falou Lucy acumulando as lágrimas - Nossa família quase não sai mais. Mitchie sempre está com a mãe e o pai dela, assim como a Mel. Por que a gente quase nunca estamos junto como uma família? Eu sinto falta dos meus pais, sinto falta de fazermos as coisas juntas, programas de família como antes. Por que vocês não fazem mais? É trabalho demais? - as lágrimas já escapavam do rosto da pequena.  
- Lucy, se acalma. - pediu Selena se aproximando da filha - Respira...  
- Não me manda respirar. - deslivou de sua mãe - Eu queria esse dia só para a gente, mas todo dia vocês tem que fazer algo, como por exemplo, hoje vocês falaram para mim que o dia seria inteiro para a família, mas terão que ir na gravadora, nem que seja por uma hora. Vocês não podem adiar? Ou não querem adiar?  

Aquela toda mágoa que a pequena havia guardado durante uns dias atrás estava liberando tudo. Sabia que os pais dela a amava, mas queria que eles tivessem tempos mais juntos, pois era isso que faltava, tempo. Mesmo que suas primas, Mitchie e Mellody tivessem os pais famosos, Demi e Joe faziam o possivel para que toda noite ou pelo menos, uma vez sim e outra não, de ficarem apenas a família, com sessões de filmes e bobeiras. Porém, Nicholas estava muito ocupado ultimamente com seu novo albúm e Selena, com o possivel filme que faria. Ambos queriam ter tempo com sua filha, mas não dava. Mesmo que chegassem á seus empresários e dissessem, "Pode deixar isso para um outro dia?", eles diziam que não, que o "outro dia" teriam outras coisas a se fazerem, fazendo com que a mágoa que a pequna Lucy sentia aumentar.  

- Eu... me desculpe. - disse Selena, que apenas se levantou - Eu não aguento isso. - disse ela, deixando algumas lágrimas escaparem. - Eu sei, Lucy, sei que não somos os pais que você escolheu, mas pelo menos, nos entenda...  
- Entender? - perguntou a pequena se levantando também. - Não consigo entender, é impossível entender. É vocês que não querem passar um tempo comigo, mesmo. Porqu.... - interrompida.  
- Fica quieta, Lucianne! - mandou Nicholas irritado. - Fica quieta! - disse dessa vez mais calmo - Vai no carro que a gente já vai. - disse se referindo a ele e Selena. A pequena continuou olhando para o pai - Eu mandei você ir, vai logo. - disse já sem paciência. 

A pequena olhou para os pais sem ao menos entender o motivo de seu pai ter feito aquilo com ela. Ela apenas balançou a cabeça negativamente, deixou algumas lágrimas escaparem mas logo as limpou e saiu, em direção ao carro.  
Nicholas puxou Selena rapidamente em seus braços antes que a mesma caisse no chão como se não tivesse forças. A abraçou fortemente, sentindo sua camisa molhar por causa do choro da amada. Ele acariciou os cabelos castanhos dela, fazendo um carinho e beijando o topo da cabeça da mesma.  

- Ela... ela nos odeia, Nicholas. - disse Selena sentindo as malditas lágrimas escaparem - Por que ela.. ela... ela nunca irá nos entender, nunca. - disse irritada - Eu me odeio.  
- Fique quieta! - mandou Nicholas - Ela não nos odeia, Selena. Ela nos ama, só está revoltada por causa do nosso trabalho  

A mulher ficou quieta enquanto o marido a abraçava mais forte. Mesmo que Nicholas quisesse esconder, ele não podia. Doía dentro de seu coração, como se a faca fosse afundando cada segundo que passava e as palavras que sua mulher havia falado "ela nos odeia" martelava em seu coração, como se a faca estivesse fazendo um grande buraco. E finalmente, uma lágrima solitária saiu dos olhos do homem. 
Ficaram um tempo ali abraçados e logo depois, seguiam para o carro de mãos dadas. Fazia tempo que ambos não tinham um tempo para eles e aquele momento parecia único para os dois.  
Assim que chegaram, perceberam a ausência da garotinha Lucy. Selena sentia seu coração pular mais forte, fazendo com que sua respiração falhasse um pouco e o desespero à tomar.  

- Lucianne, isso não tem graça! - gritou Nicholas desesperado, porém a raiva era mais visível.  
- Nick, não me diz que... - Selena se interrompeu.  
- Não é nada. - falou nervoso - Não aconteceu nada com a Lucianne, ela só deve... só deve... - as lágrimas começaram a sair - Por favor, não seja nada que estou pensando.  
- Nick. - abraçou o marido enquanto chorava.  
- Será que... - disse uma idosa se aproximando - ... vocês estão procurando por uma menininha que estava aqui? - perguntou confusa, porém preocupada.  
- Sim, a senhora sabe alguma coisa sobre ela? - perguntou Nicholas esperançoso.  
- Eu a vi aqui enquanto estava indo para o mercado, ela parecia brava e irritada. Depois ouvi dizer que uns homens vieram falar com ela.  
- Não! - gritou Selena - Por favor, não seja o que estou pensando. - chorou mais, afundando sua cabeça no peito do marido.  
- Me desculpe. - a senhora começou a falar - Eu acho que eles... a sequestraram.  
- Eu tenho certeza. - falou Nicholas com os olhos vermelhos ao ouvir seu celular tocando.  
- O que? - perguntou Selena e então, olhou para a tela do celular, número desconhecido - Atende logo, Nicholas, nossa filha pode estar em perigo. - ordenou entre lágrimas.  

Primeiro, Nicholas encarou o celular, não saberia se conseguia falar com os possiveis caras que tinham sequestrado sua bonequinha. Ele sempre fora um cara que não mostrava ser preocupado, porém hoje ele não conseguia esconder. Num ato rápido, sentiu o celular saindo de suas mãos, indo ao ouvido de sua esposa.  

- Alô? - disse guaguejando.  
- Olha aqui, se não quiser sua filha machucada ou morta, quero um bilhão de reais às onze p.m., no Central Park, ou então, ela se machucara de modo que você nunca se perdoará. Se bem que, sua filha vale mais do que o preço que pedi.  
- Por favor, eu dou esse dinheiro, mas deixa eu falar com a minha filha. - disse Selena chorando.  
- Hum, será que devo? - perguntou o bandido fingindo pensar - Vem cá pirralha. - chamou a menina, enquanto Selena sentia as lágrimas escorrerem em maior quantidade.  
- Mamãe? - perguntou a doce voz de Lucianne.  
- Filha, oh meu Deus, filha. Por favor, me diz se você esta bem? - perguntou desesperada.  
- Eu estou bem, mamãe. - Selena percebia a voz triste de Lucianne - Me desculpe, mãe. Eu não... eu não devia ter dito nada daquilo e nem ter brigado, eu...  
- Você não tem culpa, querida. Fica calma, ok? Eu e seu pai vamos tirar você dai, iremos pagar o que esses caras querem e depois, voltamos ao normal. Serei uma mãe melhor, eu prometo! - Selena fechara os olhos, sentindo seu coração apertado.  
- Não mamãe, eu amo você pelo que você faz por mim durante todos esses anos e am... - interrompida.  
- Chega! - falou o bandido - Chega com toda essa melação. - ele riu - Acho que irei ficar rico hoje. - riu novamente - Quero esse dinheiro, famosa Selena Gomez. Eu sei que podem me dar mais que isso, então... quem sabe aumentar para quatro bilhões?  
- O que? - perguntou Selena - Eu não tenho todo esse dinheiro e muito menos Nick. Por favor, não faça isso.  
- Hum, que pena... Quero quatro bilhões, sem mais ou menos. Eu sei que você é melhor amiga da nova cantora e uma das mais famosas, Demi Lovato. Você tem os irmãos Jonas, seus cunhados. Tem sua amiga Miley Cyrus, a famosa ou era famosa, Hannah Montana que é casada com o ator Liam Hemsworth, então, eu sei que você pode achar um jeito. - riu, fazendo Selena ficar agôniada - Ah, e nem vem querer colocar a policia no meio, pois, se eu souber, acabo com sua filha num instante. E também não vai querer dar uma de esperta, porque eu tenho um espião na sua "cola" que vai me dizer tudo, absolutamente tudo que você ou seus amiguinhos irão fazer. Então, seja esperta, senhora Jonas. - ele riu e a ligação caiu.  

Selena não estava acreditando, sua mente não entendia o motivo. Por que com ela? Por que com a filha que ela e seu marido tanto amavam. Era justo? Não, não era. Lágrimas escorriam pelo rosto da mulher e a mesma abraçou o marido com força, deixando o choro um pouco mais alto.  

- Shiii, fica calma. - disse Nicholas acariciando o cabelo da mulher.  
- Como ficar calma, Nicholas? - perguntou Selena inconformada - Ele quer quatro bilhões dólares, sabe o que é isso? É o que vamos ganhar em toda a nossa vida! Não iremos conseguir tudo isso, mas... eu preciso da minha filha. - disse chorando.  
- O que eles disseram? - perguntou um pouco nervoso.  
- Eles querem esse dinheiro, hoje a noite para a aparecer com ele na Central Park, mas não é para envolver a polícia, se não eles matam a nossa pequena. - dizia entre lágrimas e soluços - E também, eles tem espiões na nossa "cola", eles sabem de tudo que estamos fazendo. - respirou fundo  
- Vamos para casa. - disse Nicholas por fim - Vem - puxou a mulher para dentro do carro - E obrigada senhora e por favor, não conte à ninguém. - pediu 
- Tudo bem, eu vou levar esse segredo comigo até minha morte. - fez um sinal, como se fosse para achar engradaço e Nicholas entrou no carro ao lado da mulher.  

Todo o caminho até a casa deles não ouve nenhuma palavra, o silêncio parecia o melhor naquele momento. Nicholas se sentia tão mal por ter mandado a filha ficar no carro esperando, se ele não tivesse mandado, nada disso estaria acontecendo e eles estariam felizes (ou pelo menos achavam). Selena também se sentia mal e agoniada, ela ficava se perguntando como conseguiria todo aquele dinheiro para salvar sua pequena. Mas de qualquer forma, ela pagaria, daria um jeito. Ela só queria a pequena ao seu lado novamente, fazendo-a sorrir com cada coisa simples que a menina fazia, e com cada abraço que ela lhe dava. 
O carro parou, porém Selena percebera que não estava na frente de sua casa. Nicholas saiu do carro e logo abrindo a porta para sua mulher. Selena, mesmo estranhando tudo, saiu do carro e olhou para os olhos do marido e viu os olhos avermelhados dele.  

- Ela vai ficar bem, meu amor. - disse Selena acariciando o rosto do marido - E não é sua culpa, eu sei não. Agimos por impulso quando a mandamos para esperar no carro, mas não é sua culpa, ok? - limpou as lágrimas que Nicholas deixara sair.  
- Como sabe que eu estou me sentindo culpado? - perguntou num tanto confuso.  
- Eu te conheço, Nick. Eu sei que esse seu olhar é de culpa, mas não fica assim, ok? Eu já estou mais calma e você vai ficar calmo. Faremos o que aquele cara quer e teremos nossa pequena com a gente novamente. - disse confiante.  
- Como tem tanta certeza?  
- Eu sinto e... pense positivo, ok? Nós iremos passar por isso. - dera um sorriso de lado e recebera um selinho demorado  
- Obrigado. Eu te amo. - lhe dera outro selinho.  
- Eu também, muito! - exclamou e ele pegara sua mão.  

Entraram dentro da casa depois que o porteiro e a empregada autorizaram a entrada deles, indo direto à sala onde se sentaram no sofá, aguardando seus amigos. Selena deixara algumas lágrimas sairem assim que vu Mitchie descendo as escadas correndo e agarrando Nicholas. Soltara uma risada, mas nada que pudesse prolongar. Abraçou a menina com força assim que saiu do abraço do marido. Ela se sentia confortavel no mesmo.  
Logo Melody apareceu no colo de Demetria sorrindo, porém desmanchara o sorriso assim que viu como seus melhores amigos estavam mal. Correu até eles, ajoelhando-se na frente deles. Selena apenas conseguiu abraçar a amiga fortemente, deixando com que Demetria ficasse confusa, mas retribuía para que a amiga se sentisse segura.  
Depois de uns tempos, Selena começara a explicar o que havia acontecido, deixando com que as lágrimas escaparem da mesma forma. Demetria percebia que Nicholas estava quieto e também o entendia, mesmo que ele não devesse estar daquele jeito. Joseph não se encontrava ali, por estar trabalhando. Mitchie ficara preocupada com a prima assim como Demi.  

- Vocês precisam fazer uma queixa! - falou Demetria, andando de um lado para o outro.  
- Não podemos, Demi. Se eles descobrirem, acabou a nossa vida. - disse se referindo a vida dela e de Nick. 
- Ain. - Demetria se sentou - O que faremos? - disse preocupada.  
- Preciso do seu dinheiro. Depois eu te pago, dou um jeito, Demi. Mas... me empresta, por favor, eu não tenho tudo isso, e...  
- Calma, Selena. - pediu Demi, interrompendo-a - Eu vou te dar o dinheiro que você quiser, mas não precisa me devolver. Eu sei que você faria a mesma coisa se eu tivesse no seu lugar - mostrara um sorriso de canto.  
- Obrigada Demi, eu... nem sei como agradecer. - suspirou.  
- Não precisa. - sorriu - Eu vou estar sempre ao seu lado.  

Selena abraçou a amiga novamente, dizendo muitos "obrigado" em seu ouvido, chorando junto. Demi não pode evitar as lágrimas e chorou junto com a amiga. Logo depois, Nik agradecera à Demi, e ela, da mesma forma que Selena, abraçou-o confortanto-o. Por incrível que pareça, Selena não tinha ciúmes da Demi e Nick, mesmo que eles tivessem tido algo no passado. Para ela, o que eles tinham era amor de irmãos e a mesma, acreditava no amor que Nicholas tinha por ela.  
Depois da conversa, Demetria foi ao banco e pegou a quantia que Selena precisava. Ela não estava ligando para qual fundo esse dinheiro iria, mas queria apenas ajudar a sua melhor amiga e ter sua sobrinha de volta. Era isso que ela precisara.  

Ao anoitecer, Demetria e Joseph seguiam atrás de Selena e Nicholas que iam no carro à frente. As crianças haviam ficado na casa de dona Denise, para o melhor deles. Não queria que elas ficassem no meio disso. Mesmo que Demi e Joe não deviam estar indo, eles foram para dar um apoio à Selena e Nick e rever a pequena Lucy.  
Assim que chegaram, estacionaram o carro, longe de um e do outro. Por precaução, o carro onde o casal Jemi estava ficou mais a trás, porém dava a visão perfeita onde o outro casal ia. Demetria encostou-se no ombro do marido, logo sentindo ele passar suas mãos por trás de si e acariciando sua costa.  

- Lucy vai voltar para eles, Demi. Fica tranquila. - pediu Joe, percebendo que sua mulher estava quase chorando.  
- Eu espero. - olhou para Joe e lhe dera um selinho - Eu te amo! - disse olhando em seus olhos 
- Eu também te amo. - lhe dera um beijo delicado, porém envolvendo o grande amor que ambos tinham e logo voltando para a mesma posição.  

- A onde eles estão? - perguntou Selena irritada, já gritando. 

Já havia passado meia hora desde o horário marcado, a preocupação subia na cabeça dos quatro. Selena sempre respirava fundo para ver se acalmava, mas nada acontecia. Despertou os pensamentos quando percebeu que o marido atendera o telefone.  

- Alô? - Nicholas dissera - Sim, sou eu mesmo. - os olhos dele marejaram - O que? Como assim? - perguntou gaguejando - Estamos indo ai. - respondeu e desligou o celular.  
- Quem era Nick? - perguntou Selena preocupada.  
- Era o delegado. - respondeu tenso - Eles conseguiram achar os sequestradores por um telefonema anônimo!  
- Graças a Deus! - disse Selena abraçando Nick fortemente.  
- Mas, tem um porém.  
- Qual? - perguntou Selena se afastando e encarando o marido.  
- Os policiais estão tentando negociar, pois eles estão no aeroporto e provavelmente, se esses policiais não tivessem chegado antes, com certeza já estariam longe. - Selena engoliu seco, sentindo-se mal pelo que havia acontecido mais cedo - E o delegado disse que é para a gente ir lá na delegacia, pois ele consegue saber o que está havendo ali.  
- Isso não está acontecendo! - exclamou Selena sentindo as lágrimas escaparem cada vez mais. - Como assim? Eu achei que a gente tivesse um acordo em se encontrar aqui. Por que eles fugiriam com a nossa filha? Para que eles fugiriam? - disse com uma certa raiva e mágoa.  
- Selena, alguém denunciou eles. E o que foi que o cara disse para você? Para não envolver policia no meio, mas alguém conseguiu ligar e avisar. Eles fizeram isso por causa da policia! - falou meio alterado. 
- Desculpe... - foi o que conseguiu dizer ao ver o marido tenso  
- Eu também estou preocupada, Selena, mas precisamos estar unidos agora, está me entendendo? - perguntou olhando nos olhos da esposa. - Na alegria e na tristeza, na saúde e na doença. - falou, fazendo com que Selena derramasse algumas lágrimas - Eu te amo e amo nossa filha, a gente vai conseguir te-la com a gente novamente, acredite. - Selena assentiu, selando seus lábios no de seu marido.  

Um beijo de carinho fora se formando conforme os segundos se passavam. Selena se sentia tão completa com Nicholas ao seu lado, ele sim era seu príncipe, seu amor da sua vida. Apenas dela. Ela se sentia tão grata por te-lo, assim como ele sentiasse desse mesmo jeito.  
Terminaram o beijo com selinhos e Nicholas segurou o rosto da mulher, limpando as lágrimas que teimavam descer.  

- Eu te amo e vamos sair dessa juntos, ok? - disse Nicholas ofegante.  
- Eu também te amo. - sorriu Selena e beijou-o novamente.  

Nicholas pegou a mão de Selena e a puxou para o carro, para que pudessem ir a delegacia. Porém, Selena parou e viu sua amiga ali no carro com Joseph. A mesma, falou para que o marido esperasse o irmão para ir, pois iria com sua amiga. Seus pensamentos estavam em outra quando o marido dela chamou a sua atenção para que não fizesse isso, porém era tarde demais. Já tinha tirado Joseph dali e pedido para que a amiga dirigisse.  

- Por que fez isso, Selena? - perguntou Demetria conforme ia dirigindo depois de uns minutos dentro daquele carro com a amiga.  
- Preciso de um favor seu. - explicou olhando para sua amiga, em forma para que ela ajudasse-a.  

_(***)_ 

- Cadê a Selena que não aparece? - perguntou Nicholas andando de um lado para o outro, já dentro da delegacia.  
- Ela já está vindo. - disse Joseph tentando acalmar o irmão - Eu sei que Demi é uma ótima motorista, não faria nada para que eles não viesse para cá. - disse dando de ombros.  
- Como pode ficar tão tranquilo, Joseph? - perguntou Nicholas não acreditando - É sua sobrinha que está nas mãos de bandidos. É a sua mulher que está dirigindo para não sei a onde, que até agora não chegou aqui. E é a sua cunhada, melhor amiga da sua mulher que está junto! - explicou tentando enverter.  
- Eu sei, Nick, não precisa dizer. Eu estou preocupado, só não estou demonstrando. Era para ser o contrário, o que houve com o Nicholas sério? - perguntou zombando 

Antes que pudesse começar alguma discussão entre irmãos, Nicholas e Joseph foram chamados para a sala do delegado. Logo que chegaram, sentaram-se de frente para o mesmo.  
O delegado havia acabado de desligar o telefone e olhando para os dois. Nicholas sentia-se tão nervoso que não conseguia falar absolutamente nada. Joseph, por sua vez, mesmo que por dentro não tivesse tão nervoso, tentou falar com o mesmo. 

- O que houve? Aconteceu alguma coisa, delegado? - perguntou Joseph.  
- Na verdade, eu acabei de desligar o telefone do aeroporto. Meus policiais estão quase terminando o serviço, quase terminando de negociar. - sorriu satisfeito. 
- Graças a Deus! - exclamou Nicholas suspirando.  
- Esperem um minuto. - disse o delegado se retirando da sala com telefone que estava tocando.  
- Ainda bem que tudo de certo, Nick! - disse Joe abraçando seu irmão feliz.  
- Ainda bem mesmo! - sorriu Nicholas - Mas cadê Selena que não aparece? Ela precisa saber. - disse e logo pegou o celular para tentar ligar.  

Nicholas estava pronto para ligar, quando parou ao ouvir o delegado mando-o parar, nervoso. Como se algo não tivesse certo. Joseph não entendeu muito bem, porém voltou a se sentar na cadeira que estava a minutos atrás, e Nicholas o imitou.  

- O que houve, delegado? - perguntou Nicholas num tanto nervoso.  
- Escutem. - pediu ao colocar o telefone como se fosse, no viva voz.  
- "Posso falar?" - perguntou uma voz masculina do outro lado da linha.  
- Pode sargento. - pediu o delegado.  
- "A cantora Selena Gomez está acompanhada pela cantora Demi Lovato aqui no aeroporto. Parece que Selena está indo até a direção dos bandidos, para negociar, mas os policiais estão tentando impedi-la". - terminou um dos policiais.  
- O que? - perguntou Nicholas levantando da cadeira - Bem que eu achei que elas não estavam vindo aqui. Elas foram para o aeroporto, Joseph. Aeroporto! - disse nervoso - Eu estou indo para lá. - disse dando-se de costas e indo até a porta.  
- Pare ai mesmo, Nicholas. - disse o delegado - Fique tranquilo e espere, meus policiais não vão deixar com que nada aconteça com sua mulher e sua filha.  
- Eu não posso deixa-las, eu preciso ir lá, delegado. O senhor deve saber o que é isso. Eu vou e não vai ser ninguém que me impessa. - disse Nicholas determinado e saindo da delegacia rapidamente.  

_(***)_ 

- Eu vou ali falar com ele, deixa eu ir falar com ele! - exclamou Selena, pedindo aos delegados que estavam a segurando, impedindo-a que proceguisse.  
- Selena, fica calma. - pediu Demetria - É melhor ficar quieta, por favor.  
- Então peçam para que eles me soltem. - pediu e foi o que Demetria fez.  

Selena segurou seus braços onde estavam vermelhos pelos policiais que a seguravam. Estava doendo, porém Selena mal ligou, pelo menos, fingiu. Olhou Demetria que estava pegando água dentro de sua bolsa. Aquela era a oportunidade perfeita para Selena. Ela mesma sabia que Demetria não deixaria que ela fosse fazer aquela loucura, porém era necessário. 
Olhou novamente para Demetria que já estava quase lhe entregando a água. Virou e correu até onde os bandidos estavam. Porém, parou ao ouvir uma voz, aquela voz chorando, sua pequena.  

- Mamãe? - Selena apenas deixou com que as lágrimas saíssem mais.  
- Lucianne! - exclamou e correu até a menina, mas foi parada por um policial a segurando. - Me soltem! Me soltei, por favor! Eu preciso da minha filha. - pediu, chorando cada vez mais.  
- Soltem ela ou eu atiro nessa criança. - disse um dos bandidos.  

Aos poucos, o policial que segurava Selena a soltou. A mesma olhou nos olhos do bandido, sentindo nojo, raiva e tinha vontade de matar aquele um. Ela o viu chama-la para perto. Mesmo que Selena não quisesse ir tão perto, precisava. Sua filha estava ali, sua vida. Caminhou lentamente até lá, chegando perto da pequena.  

- O que eu disse mesmo para você, ex famosa da Disney? - perguntou com raiva - Eu te disse para não colocar a polícia no meio, se não eu mataria sua filha. Mas o que você fez? Colocou a polícia no meio! - exclamou com muita raiva 
- Por favor, não faz nada com a minha filha. Eu te dou todo o dinheiro que você me pediu, peço para que te livrem e você nunca mais precisa trabalhar ou aparecer nesse mundo. Só deixa minha filha e minha família em paz, por favor! - pediu Selena com as lágrimas saindo descontroladamente de seus olhos.  
- Hum, não sei não... - comentou o bandido 

Por um momento, Selena olhou para os olhos do bandido e vira como eles eram negros de maldade, teve medo, porém faria qualquer coisa pela sua filha. Virou seu rosto e vira a arma como se tivesse amarrada com algum tecido em sua cintura. Engoliu seco, pois tinha medo de dar tudo errado o que tinha planejado. 

- Deixa eu abraçar minha filha? - perguntou depois de segundos.  
- Por que você quer abraçar essa coisa? - perguntou apontando para a menina que estava no colo do mesmo bandido.  
- Porque eu a amo! - exclamou irritada pela pergunta - Ela é tudo para mim, se você não está vendo. Ela é meu bebê, mesmo que tenha só 6 anos. - explicou.  
- Hum, só um pouco.  
- Obrigada.  

Selena pegou sua filha no colo, a abraçando fortemente e deixando com que as lágrimas saíssem mais. Fechou os olhos e rapidamente os abriu olhando em volta. Viu sua melhor amiga ali, com uma cara confusa, como se tentasse falar com a mesma por telepatia. Selena apenas moveu a boca, dizendo algo. Demetria ficou confusa e apenas viu sua amiga saindo correndo com a menina no colo.  

E de repente, apenas ouvia barulhos de tiros.  

Demetria gritava com muito medo, viu sua amiga parar e chorar, caindo no chão. Ela não entendia nada que estava acontecendo, pois agora os policiais já havia acertado os bandidos e os mesmos policiais estavam perto desses bandidos para prende-los. Os ferimentos não haviam sido algo grave, ma estavam sentados no chão.  
Apenas virou e viu Nicholas sentando no chão, chorando perto de Selena que estava chorando com sua pequena no colo. Demetria ficara sem chão de repente, parecia que tinha esquecido como ficar de pé. E caiu, chorando no chão. Sentira depois braços fortes a abraçarem e sentiu o perfume que a deixava louca e sem ar.  

- Finalmente! - exclamou Demetria com dificuldade - Eles vão ser presos e a Lucy e Selena estão bem! Ainda bem! - olhou para cima e viu Joseph dando-lhe um beijo sobre a cabeça, chorando também.  
- Ainda bem, meu amor. Agora vem, vamos descansar, você precisa disso. - pegou Demetria no colo 
- Não! - Joseph parou - Me leve na Selena, por favor.  
- Tem certeza? - Demetria assentiu.  

Mesmo que Demetria soubesse andar (claro ¬¬ e muito bem), Joseph a levou no colo estilo noiva, pois ela estava um pouco fraca. Chegou perto, Demetria nem deixou seu marido leva-la direito até lá, saiu do colo do amado e correu em direção da Selena, a abraçando fortemente.  

- Você é louca, menina? É doida? É idiota? É tonta? É besta? Poderia ter morrido. - disse Demetria chorando - Mas você foi corajosa. Oh meu Deus, Selena! - abraçava mais forte.  
- Eu sabia que nada ia me acontecer, Demi. - sorriu e abraçava a amiga forte - Eu tinha certeza. Eles não são tontos assim. Poderia ter sido mais complicado, mas eu confiei Demi.  
- Eu sei! Você foi... uma mãe perfeita. Oh meu Deus, está sendo a melhor mãe para Lucy! - falou Demetria sorrindo, já separas do abraço.  
- Obrigada Dem! - sorriu - Lucy...  
- Mamãe, me desculpe! - falou a garotinha chorando e abraçando sua mãe - Papai falou que ficarei de castigo, mas me desculpou. Por favor mamãe, me perdoe! - suplicou a menina.  
- Tudo bem meu amor. Eu amo você e nada disso vai acontecer de novo! Nada! - abraçou fortemente a menina.  
- Não acha que a menininha merece um castigo, Selena? - perguntou Joseph rindo - Lucy, você deixou com que todos ficassem preocupados, menina! - riu mais um pouco.  
- Desculpe tá, tio Joe. E você também tia Demi. Eu não queria isso acontecesse.  
- Calma querida, eu só estava brincando. - comentou Joseph. 

A garota sorriu e abraçou seus tios, sentindo como se eles fossem como segundos pais para ela. Depois, foi até a direção de seus pais e os abraçou fortemente. Agora ela sabia que mesmo com pouco tempo junto com ela, sabia que eles os amavam mais que tudo e que daria a vida por ela. E isso tinha deixado-a feliz, satisfeita.  
Finalmente, estava feliz pela sua família, seus avós, seus tios e tias, primas, amigos. Vida perfeita, porém com desafios a cada dia, superando-os.


The End, Need You Now. 

Depois de dois capítulos bônus, acabou de vez, Need You Now :X. E espero que tenham gostado e aproveitado o último dos últimos dessa web u.u 
Amanhã eu vou postar a sinopse e o prólogo da nova web (amém! Finalmente, né). Querem os personagens também? Posso meio que providenciar u.u 
Então, as respostas do coments vai ser na mesma página que vocês comentarem u.u É, farei desse jeito, é melhor, não acham? E esse capítulo foi meio que, falando da "minha volta" *-*

Obrigada por tudo, gente, vocês são maravilhosos comigo *-*. Thanks for everything, really. 
I love you so much, my diwos. Fiquem com Deus. Kiss ~

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Need You Now :: Capítulo Bônus e Epílogo

Dedicado a todas leitoras lindas e perfeitas do mundo, que me fizeram feliz com cada coment que me deram, durante esses 10 meses de web. Por cada sorriso e riso que vocês tiraram de mim. Obrigada. Amo vocês, realmente. À vocês <3'. Espero que gostem e boa leitura!


Need You Now :: Capítulo Bônus I

O sol que estava no céu mostrava o dia de calor e de festa. O som da música soava naquela casa, mas nem ligavam. Tinham que comemorar aquele dia. 
Era o aniversário de 10 anos de Mitchie. Demi e Joe estavam tão felizes por sua filha, mas não acreditava como ela estava crescendo rápido demais. Daqui à alguns anos - que passava rápido -  já poderia estar entrando na faculdade, casando e tendo filhos. Essa era uma época que Joe não queria pensar. 
Muitos convidados entravam na casa deles, deixando um presente na entrada para a aniversariante e logo seguiam para uma mesa que ficassem bem. 

A menina se aproximou do quarto dos pais, que ainda estavam se arrumando. Ela estava com uma dúvida se já poderia comer os doces que estavam em uma mesa com o bolo junto. Não lembrara se sua mãe ou seu pai havia falado algo, porém seus amigos queriam comer doce. 
Assim que se aproximou, ouviu sem querer, uma parte da conversa deles. 

- ... mas e se ela não gostar? Eu me lembro de quando ela era criança ela queria muito. - se lembrou, sentando-se no colo do marido. 
- Eu tenho certeza que ela vai amar. - sorriu, beijando a bochecha da esposa. 
- Eu espero, meu amor. - virou para ele - Eu te amo, muito. 
- E você ainda duvida que eu te ame? - perguntou rindo, logo selando os lábios. 

A garota nem ligou se poderia ou não comer os doces, só desceu as escadas correndo mas com cuidado para que não caisse ou fizesse barulho. Chegou rapidamente fora da casa, onde vira a pessoa que a conhecia melhor que ninguém, sua melhor amiga. Puxou-a, ouvindo-a reclamar mas nem ligou. 
Levou-a para um canto, o que fizera Bonnie ficar se perguntar se a amiga tinha problemas. A olhou como se mandasse falar logo. 

- O que você acha que meus pais vão me dar de presente? - perguntou mordendo os lábios
- Você acha mesmo que eu sei, Mitchie?! - falou rindo - Eu não sei, Mi. Mas pensa assim, seja o que for, eles te deram com amor e carinho. 
- Eu sei, mas a mamãe tá com medo de que eu não goste. - falou olhando para os lados. 
- E como você sabe disso? - perguntou curiosa. 
- Eu fui lá falar com meus pais sobre os doces, mas eu acabei pegando uma parte da conversa deles. E tipo, minha mãe tá com medo, mas ela disse que é uma coisa que eu queria quando criança. O que será? - perguntou, como se sua amiga desse sugestões. 
- Hm... um pônei?! - perguntou rindo, vendo a amiga revirar os olhos - Qual é, eu sempre quis ter um pônei quando criança e você também queria. 
- É, mas não deve ser isso. 
- Mitchie, seja o que for, seus pais só pensam em fazer você feliz. Por favor, não briguem com eles caso seja algo que não goste. - pediu com um certo medo
- Pode deixar, Bon. Acho melhor nós voltarmos lá com nossos amigos, não acha? - perguntou, olhando para onde os amigos estavam. 
- Ótimo, vamos! - Bonnie a puxou para os amigos. 

Aquela conversa não fora como pensara que teria, mas ficara feliz por ter contado para a amiga. Sentira um pouco mais aliviada. Logo se juntara com os amigos, conversando, rindo e comendo os salgadinhos. 
Sentira uma mão em seu ombro e olhara para cima, vendo Ashley e seu primo Renan. Se levantou e os cumprimentou com um sorriso. Depois de alguns anos não brigava mais com Ashley e nem discutia com ela. Ela tinha se tornado uma ótima "tia" e prima. Ashley e Renan se casaram faz poucos meses, mas Ashley já estava grávida de três meses. 

- Como a minha sobrinha cresceu. - riu brincando - Parabéns, Mi! - a abraçou
- Obrigada tia! - retribuiu o abraço - E como seu bebê tá crescendo na sua barriga, hein. - comentou, passando a mão na barriga dela. 
- É... Parabéns né Mitchie. - disse Renan brincando e rindo, abraçando-a - Parabéns minha sobrinha linda, tudo de bom. 
- Obrigada tio. - sorriu. 
- Mi, seu presente está junto com os outros, está bem? - disse Ashley sorridente
- Tudo bem, obrigada. - disse feliz - Mas não precisava, vocês vindo é o mais importante. - sorriu recebendo o sorriso deles em troca. - A tia Sel, tia Miley, tio Nick e tio Liam estão numa mesa ali no fundo, junto com a Lucy. 
- Obrigada querida, já estamos indo lá. Beijos. - disse Ash saindo junto com o marido. 

Sorriu e voltou a se sentar na mesa. Longos minutos depois, seus pais já tinham se juntado aos amigos deles. Enquando Mitchie estava impaciênte, pensando no presente. O que seria? Por que não poderiam dar logo? Tiraria toda aquela impaciencia e a agônia dela. 
Parece que seus pedidos foram atendidos, porque seus pais se levantaram da cadeira, indo até ela, chamando-a para ir até a sala, para "o" presente. O pequeno e largo sorriso ela não podia evitar, o identico da sua mãe. 
Assim que chegaram, Demi e Joe se sentaram à frente de Mitchie. Apenas os três dentro daquela sala. 

- Falem - sorriu
- Filha, - começou Demi - você sabe que a gente te ama mais que tudo não é mesmo?
- Eu sei, mamãe. Eu também amo muito vocês.
- Então, o seu presente vai ser algo que tenho certeza que você vai amar. - disse Joe sorrindo - O que você queria quando tinha 6 ou 7 anos?
- Hm... - começou a pensar - pônei?! - perguntou revirando os olhos, lembrando da Bonnie. 
- Claro que não filha. - Joe disse rindo - Da onde tirou isso?! - perguntou num tanto curioso. 
- Ah é que a Bon... ah, deixa quieto. - desistiu - Então, o que é?! - perguntou com os olhos brilhando. 
- Filha, você vai ter uma irmãzinha ou um irmãozinho. - disse sem enrolações. 

Mitchie achara que aquilo não era real. Como assim um irmão ou irmã? Ela começou a pensar e lembrara quando dissera isso para a sua mãe quando voltara da lua de mel. Aquilo era coisa que ela queria quando era criança, mas agora?! Pré-adolescente? Ela não sabia se isso era bom ou ruim? Mas justo agora? Ela realmente gostava de ser filha única. 

- Mas... o que?! - perguntou sem acreditar. 
- É isso filha, você vai ter um irmão. Sua mãe está grávida. Isso não é ótimo! - afirmou Joe sorrindo feito um bobo.  
- Eu... como?! Mãe, olha, eu amo muito você, mas... essa coisa?! Eu... não sei. - disse por fim, deixando as lágrimas escorrerem. 
- Filha, como você... o que?! Você não pode falar assim do seu irmão que nem nasceu. Você não pode filha. Eu te respeito, mas não fale assim dele. Vai para o seu quarto, já. - disse Demi deixando as lágrimas sairem. 
- Mas mãe, tem a minha festa e... - interrompida
- E que depois de cantarmos parabéns, você vai para o seu quarto. - disse Demi, por fim. 
- Amor você não está exagerando. - disse segurando-a pelo punho.- Deixa ela curtir o dia dela e depois conversamos melhor com ela. 
- Tudo bem. - suspirou - Vai lá curtir o dia, vai pequena. Se diverte. Mais tarde conversamos. - disse Demi um pouco mais calma. 

Mitchie olhou para sua mãe que chorava abraçada a seu pai. Aquilo havia cortado seu coração, mas ela queria ser filha única. Um irmão poderia mudar tudo, ia ser tudo diferente. E se sua mãe amasse mais o novo irmão? Isso que passava pela mente da garota. Coisas que nem ela mesma entendia direito. 
Chegou perto dos amigos e todos eles começaram a fazer perguntas e mais e mais. Porém, Bonnie vira como a amiga estava. Puxou-a para o mesmo canto à tempo atrás e cruzou os braços, como se fosse para ela falar logo. 

- Minha mãe está grávida. É isso meu presente, vou ganhar um irmão ou irmã. - disse tudo de uma vez
- E você está com essa cara de choro por causa disso? Mitchie, ter irmãos é maravilhoso. Você sabe que eu não posso ter, porque meus pais não podem. Agora você Mitchie, tem que agradecer aos seus pais por isso. - disse como se tivesse dando um conselho. 
- Eu não sei, Bon. Você sabe que todos da nossa sala fala como é ter irmãos. E eu ficava feliz por ser filha única. Mas agora... eu vou ter um irmão?! Como?! 
- Olha, eu sei que para você está sendo difícil, mas é só porque você quer. Aproveita esse seu dia e depois você vê o que faz. Cadê o sorriso que você puxou da sua mãe? E olha, você deveria aceitar seu irmão, ele vai ser sua pedra preciosa, você vai ver. 
- Que eu vou ver nada, Bonnie. Eu nem sei se quero isso mesmo. - disse olhando para baixo - Vamos voltar, vem. - puxou-a

Logo voltaram para as mesas e conversaram. Mitchie conseguiu se distrair e tentar pensar melhor sobre seu irmão. Não havia contado para ninguém, apenas para Bonnie já que era sua melhor amiga e não escondia nada dela. 
Minutos depois, cantar o parabéns e os convidados foram comer. A garota percebeu que seus pais estavam na mesma mesa de antes, conversando alegramente - pelo que parecia -. Voltou a se sentar na mesa e começou a pensar melhor.

Horas depois, a maioria dos convidados já tinham ido embora, apenas restavam os mais próximos. Dos amigos de Mitchie, só Bonnie estava ali, pois dormiria na casa da amiga naquela noite. 
As duas estavam no quarto de Mitchie, brincando com algum jogo sem graça. Bonnie via como a amiga estava mal, como não sabia o que fazer. Pegou o jogo e guardoou, percebendo o olhar confuso da amiga. 

- O que você está fazendo? - perguntou enquanto se levantava da cama 
- Eu estou guardando o jogo para nós podermos conversar melhor. - disse Bonnie terminando de guardar o jogo dentro do guarda-roupa da garota. 

Bonnie voltou para a cama, se sentando e pedindo para a amiga se sentar também. Logo que a mesma sentou, a encarou como se fosse para desabafar tudo que a deixava mal. 

- Sabe Bon, uma parte de mim quer aceitar, mas a outra não. Eu já te disse, eu não vou conseguir aceita-lo. - disse com a voz de tristeza
- Só se você quiser, Mitchie. As coisas de aceitar ou não é apenas coisa da sua cabeça. A gente consegue fazer isso quando queremos e... - interrompida
- Oi meninas. - disse Demi entrando no quarto encostando na porta - Mitchie, posso conversar com você? - perguntou olhando para a menina. 
- Tudo bem, mamãe. - disse se levantando. 
- Vamos lá no meu quarto, vem querida. - chamou-a e saiu, indo na frente. 

Mitchie ouvira um 'boa sorte' sussurrado pela sua amiga e assim, saiu de seu quarto indo para o de seus pais. Ali, vira sua mãe sentada olhando para o nada, simplesmente pensando em alguma forma de conversar e não piorar a situação. A garota se aproximou e se sentou ao lado da mãe. 

- Mamãe, eu... olha... - dizia Mitchie, mal conseguindo completar. 
- Calma filha. Eu só quero conversar. - suspirou, encarando a menina - Eu realmente achei que você ia gostar da noticia.
- Eu... mamãe, você sabe que eu... - novamente não conseguia completar. 
- Você não gostou, eu entendi. Mas, por que querida?! Eu e seu pai amamos ter mais um Lovato Jonas na família e por que você não quer? - perguntou Demi, já com os olhos marejados. 
- Está sendo difícil para mim, mãe. Eu e esse bebê vamos ter mais de 10 anos de diferença, vai ser estranho. Eu vou ter que cuidar dele, não que eu não queria, mas... a diferença é muito grande. Eu queria ter sim irmãos, só que... quando eu era mais nova. Acho que quando a gente chega à uma certa idade, não queremos ter irmãos. - desabafou - Desculpe, mãe. 
- Eu sei como você se sente, mas é maravilhoso ter irmãos independente da idade, querida. Você sabe que eu tenho a sua tia Mad que eu tenho quase 10 anos de diferença, mas eu não ligo. Eu a amo como eu amo a tia Dallas. Tenho certeza que você vai amar te-lo. 
- Eu não sei mamãe, é... eu acho que não quero ter irmãos e... - interrompida. 
- Para com isso de não querer irmãos, Mitchie! - gritou irritada - Ter irmãos é maravilhosos e você vai dar ouvido às pessoas da sua escola? Vai ligar para que os outros pensam e não o que você acha que é bom?! 
- Mas o que eu estou achando é que para mim não é bom, mãe! - retrucou, deixando Demi mais irritada e magoada. 

Lágrimas escorriam sobre o rosto de Demi. Ela não estava acreditando que sua filha estava dizendo tudo aqui. Mas por que? Era mesmo que não era bom? Mas a mesma sabia como era mágico ter irmãos, e por que sua filha não queria aceitar? Ela sabia muito bem. 
Desapontada, balançou a cabeça negativamente e saiu do quarto, indo para sala, deixando Mitchie sozinha ali. As lágrimas começaram a escorrer sobre seu rosto. Ela não sabia como aquelas palavras que ela mesma disse havia saido da sua boca. Ela sentia seu coração doer fraco, mas de um modo apertado. Sentou no chão, encostada na cama, deixando que a lágrimas saíssem descontroladamente. 
Longos minutos depois, se levantou e foi para fora do quarto de seus pais, seguindo pelo corredor onde parou quando ouvira uma gritaria no andar de baixo. Suspirou e seguiu para onde o barulho estava, sua curiosidade havia falado mais alto. Logo que chegou, vira todos chorarem desesperados, principalmente seu pai biológico. Ela se desesperou e saiu correndo para perto dele, se agaixando perto do pai. 

- Papai, o que houve?! Por que todos estão chorando? - disse sentindo uma dor. 
- Mitchie... - disse Nick, chamando-a para sentar no colo dele e ela foi
- O que aconteceu, tio Nick?! O que aconteceu? - perguntou preocupada, sentindo seus olhos marejarem. 
- A Demi, Mitchie... - começou, mas logo parou, deixando a menina mais agoniada. 
- O que tem a minha mãe, tio? O que?! - perguntou desesperada. 
- Ela... sofreu um acidente. E ela está no hospital, fazendo alguns exames... 

Aquelas palavras demoraram um bom tempo para serem digeridas em sua mente. Como sua mãe havia sofrido um acidente, por que? Ela se perguntava e sentia a culpa indo sobre ela. Abaixou seu rosto e deixou com que as lágrimas escorressem. 
Ali, viu que sua tia chorava com a pequena Lucy no colo, que não sabia de nada que estava acontecendo, porém sentia as lágrimas da mãe sobre ela. Miley abraçava Bonnie, mesmo que não a conhecesse muito, mas o suficiente para saber que é uma ótima garota. Elas choravam e Liam estava segurando a cintura da Miley, sentado ao lado delas, ainda não acreditando. Joe era o que mais chorava e não acreditava, as vezes olhava para o nada e viam as lágrimas sairem sobre o rosto dele. Nunca e nem ninguém havia visto ele chorando daquele jeito. E Nick era o único que tinha condições para contar para Mitchie o que havia acontecido. 

- Quando... como... ela saiu... ?! - mal entendeu a prórpia pergunta, porém ela mesma não conseguia falar direito. 
- Ela saiu daqui chorando, mesmo Joe tentando impedi-la. E bem, ela pegou o carro e saiu. Depois de uns minutos, recebemos uma ligação do hospital e falaram que ela sofreu um acidente. 
- Isso tudo foi minha culpa. - dizia Mitchie chorando se levantando do colo do tio, percebendo olhares sobre ela - Se eu não tivesse falado que não queria esse irmão, ela nã.. - interrompida. 
- Irmão? - perguntou Miley confusa - Que irmão, Mitchie?!
- A Demi está grávida, Miley! - falou Joe baixo, porém todos ouviram.
- Como assim?! Grávida? E ainda sofreu esse acidente? Gente, vamos no hospital, agora! - mandou Miley, já se levantando do sofá. 
- Calma Miley.. - pediu Liam, se levantando, tentando acalma-la - Calma. A gente já vai... 
- Eu preciso da minha mãe - disse Mitchie chorando e abraçando Nick
- Calma pequena. Vamos no hospital, está bem?! - Nick disse acariciando o cabelo da pequena enquanto ela assentia

Todos sairam da casa e foram para o hospital. A culpa ainda era visívil no rosto de Mitchie, seu rosto mostrava a dor que estava sentido. Joe também estava se culpando em deixar Demi sair sozinha. 
Logo chegaram no hospital, foram todos para a recepção, avisando-os que tinha que aguardar na sala de espera. Eles se sentaram nas poltronas que tinha ali e Nick ainda carregava Mitchie ao seu colo. Joe não estava aguentando toda aquela agônia, se levantou da poltrona e pegou sua filha, voltando se sentar na mesma poltrona se estava sentado. Ele a abraçou forte, deixando lágrimas saírem sobre o rosto. Mitchie retribuiu o abraço, sentindo a mesma dor que o pai sentia. 

- Vai ficar tudo bem, pai. - disse Mitchie, tentando acalma-lo - Meu irmão ou irmão vai ser linda. Mãe e ele vão sair dessa bem... - suspirou - Mesmo que eu tenha falado tudo aquilo para a mãe e você, eu.. me arrependo, pai. 
- Se arrepende? Mitchie, a gente viu a sua raiva nos seus olhos quando sua mãe te disse sobre a gravidez. A gente só quer o seu bem. 
- Eu sei e... por isso mesmo eu vou aceitar meu irmão... E eu acho que ele vai ser, é... - sorriu de canto 
- Vai sim, meu anjo. Você vai ver. - abraçou mais forte, mas logo separando. 
- Acompanhantes da senhorita... Demetria Dev... - foi interrompido um homem que usava roupas brancas. 
- Nós! - gritou Selena, correndo para perto dele - Por favor, me diga como ela está... - suplicou, logo todos se aproximando. 
- Ela está bem. A pancada não foi muito forte, sorte que ela estava usando cinto de segurança. Ela só teve uns corte na cabeça, mas já está tudo bem.
- Ah, graças a Deus! - disse Joe, agradecendo 
- E o meu irmão, doutor?! - perguntou Mitchie - Ele está bem? - no entanto, ela parecia preocupada. 
- Você deve ter uns 10 anos, certo?! - o doutor agaixou, ficando na altura da menina - Nossa... é difícil achar crianças na sua idade que aceita o irmão... Mas acho que você tem uma gêmea, não é? - perguntou olhando para Bonnie. 
- Eu tenho sim uma irmã, mas ela é do coração. Minha melhor amiga. - falou Mitchie sorrindo - A melhor mesmo. 
- Hm, então é filha única? - disse o doutor e Mitchie assentiu - Agora não mais, seu irmão está bem. Como disse, o cinto de segurança deixou a pancada mais fraca, salvando o  seu irmão e a sua mãe. 
- Ainda bem. - disse Nick, colocando uma mão no coração
- Ah, meu irmão está bem. Ele está bem! - comerou Mitchie, abraçando seu pai - A mãe também está bem, pai. Aaah, ainda bem! - dizia deixando as lágrimas sairem.
- Sim minha filha, sim! - retribuía o abraço que sua pequena lhe dava, dando uns beijos no topo da cabeça da pequea. - Doutor, podemos ir ve-la? 
- Sim, mas no máximo quatro, está bem? - avisou o doutor. 
- Claro. Vamos, Nick, Selena...
- E eu? - perguntou Miley mostrando o bico. 
- Desculpe, Miley. Depois você vai, pode ser? - falou Joe, sentindo mal por isso. 
- Tudo bem, só estava brincando. Vai lá e manda um beijo por mim. - sorriu. 
- E por mim também. - falou Liam e Bonnie juntos, logo em seguida rindo. 
- Me acompanhem. - disse o doutor, seguindo para um corredor. 

Enquanto caminhavam até o quarto, Mitchie andava ao lado do pai, segurando a mão do mesmo, se  sentindo bem. Sua mãe estava bem, seu irmão ia nascer em breve e ela teria aquela família que sonhava na infância. A mesma, percebia o sorriso que seu pai mostrava, o sorriso sincero e ansioso. Sorriu consiga mesma. 
Logo percebera que estava de frente à uma porta, o doutor sorriu e fez um sinal para que Joe abrisse a porta. Rapidamente ele fez isso, e entrou, junto com quem estava ao seu lado. 
Ali encontrava Demi, deitada na maca, olhando para o teto. Logo que viu que pessoas haviam entrado, olhou para a porta, vendo as quatro pessoas que ela tanto amava. Dera um sorriso enorme e abriu os braços para que eles abraçassem. Primeiro, Mitchie correu até a mãe, abraçando-a fortemente. 

- Mãe, eu te amo. Me desculpe! Eu que provoquei isso, eu não queria eu... - Mitchie se atrapalhava com as palavras. 
- Calma, meu amor. Eu também te amo. Você não teve culpa de nada, ok? - dizia Demi acariciando o cabelo da menina
- Eu tive sim! Se eu tivesse aceitado ele antes, a senhora não estaria aqui. Ah mamãe, me desculpa. Eu amo tanto você e o bebê... 
- Você... você ama essa criança? - Demi perguntou passando a mãe na própria barria, já separadas do abraço. 
- Amo muito mãe. Amo mesmo. - Mitchie vira sua mãe sorrir com suas palavras, fazendo-a sorrir junto. 
- Amo muito você querida. - abraçou novamente Mitchie, logo separando. - Amor! - chamou Joe, o abraçando fortemente. 
- Não faz mais isso comigo, Demetria. Por favor. Eu te amo tanto, nã suportaria te perder. - dizia Joe, escondendo sua cabeça na curva do pescoço dela. 
- Eu também te amo. E eu nunca te deixaria... - sorriu, logo separando e dando um selinho longo que transformara em beijo. 
- Tem criança aqui, sabiam? - Mitchie disse rindo, fazendo seus pais separarem o beijo. 
- Ok, criança. - disse Joe, olhando para a pequena e rindo. 

Depois, Demi cumprimentara todos os amigos ao choro. Mesmo que ela quisesse segurar, não conseguia. Ela vira como todos eles eram especiais para a vida dela. Ficara feliz por sua filha finalmente aceitar o irmão. 
No outro dia, Demi recebera alta. Ela tivera que passar noite no hospital em observação. 
E finalmente, estava tudo ao normal, Mitchie estava cada vez mais "apaixonada" pelo irmão que iria ter, Joe também, tratava Demi como uma rainha e começando a mima-la. Enfim, felizes.


Need You Now :: Epílogo 

Meu sorriso move o mundo dele, assim como o dele move o meu. Ser feliz não é só falar que quer, mas sim ir atrás. São como os sonhos, que devemos ir atrás, lutar para ele. E é como o amor. Mesmo que sofremos, se vale a pena, devemos lutar. 
O que eu sinto hoje é felicidade, carinho e finalmente amor. Eu sinceramente achei que nunca viveria um amor como hoje, mas nada é impossível. Sonhar é bom, mas também queremos isso para a realidade, devemos traze-lo, lutar por ele. 

E hoje, Demi não sabia viver sem seu marido e suas filhas. Eles a deram o amor, carinho, felicidade, tudo, simplesmente tudo que fez-a sorrir, chorar e emocionar. Se hoje ela debe algo, tudo são para eles e seus amigos que lhe deram apoio. 
Cada sorriso que ela dá quando vê sua familia junta é porque eles que a deixam assim. Um sorriso pode falar por muitas coisas. E o sorriso dela para eles, diz mai que qualquer outra coisa. Explica o amor que ela sente por cada um deles. 
Sabe o que sentir duas pessoas pularem em você enquanto você dorme, só para te acordar cada manhã? Demi sentia iso e era maravilhoso. Mesmo que Meloddy ainda não sabia tanta coisa sobre isso, porém Mitchie dá uma festa só para acordar sua mãe, nem que fosse sozinha. Ou quando as duas vão até ela, pedindo algo é irresistível. Demi sabe que muitos acham que as duas pequenas são mimandas, mas não são. Mesmo que ela dê muitas coisas para eles, sempre que falam 'não' para uma certa coisa, elas obedecem e entendeam. E ela não pode reclamar por nada que lhe deram durante toda a vida dela, apenas agradecer.

Demi olhou para cada um deles, ver o sorriso no rosto deles é fantástico. Ela se sentia tão bem. 

- Vem meu amor. - Joe chamou-a - A água está ótima. - ria junto com Mitchie. 
- Hm... to indo. - riu e foi em direção á eles. 

Por que existem mil motivos para ela amar cada um deles, mas nunca a mesma acho o motivo correto? Ela ainda não descobriu. É um amor inexplicavél. 
Ela entrou na piscina e foi nadando até eles. Joe estava com a minha pequena Meloddy no colo, ele veio até a amada e lhe dera um selinho demorado. Logo Mitchie veio até eles e os abraçou. 

- Como eu amo a minha família! - disse dando um sorriso largo. 
- E você acha que nós não amamoss? - perguntou Joe rindo da menina. 
- Amor, para com isso - disse Demi batendo em seu ombro - Vem minha pequenina Mel - pegou a bebê do colo dele e saiu da piscina com ela. 
- Ei, a onde pensa que vai? - perguntou Joe. 
- Atender a porta, já que daqui a pouco o povo vai chegar. -riu e entrou em casa.

Foi até em seu quarto, deu um banho na pequena e coloco-a na cama para dormir, enquanto ela tomava banho. Logo que acabou o banho, viu a pequena dormindo na cama e sorriu. Devia estar cansada por ter ficado muito tempo na piscina. 
Andou até a cômoda que tinha no mesmo quarto e viu os retratos. Sorriu com cada um deles. 

Em um deles, era sua com Selena, ambas sorriam. Eram um dia em que elas foram em uma festa, depois do casamento da Demi e Joe. Sorriu ao se lembrar daquele dia. Agora, Selena estava casada com Nick e tinha a pequena Lucy com 3 anos. Sua melhor amiga para sempre. Sempre dando apoio naquele momento difícil e também, no momento de alegria. 
No outro retrato tinha ela e Nick, seu irmão do coração. Sorriu com esse pensamento. Mesmo com tantos momentos constrangedores, eles eram melhores amigos e isso a deixava mais feliz. Casado com Selena e tendo sua filha, Lucy. Ele a cuida melhor que ninguém. Era um bom pai, assim como era com Mitchie tempos atrás. Admirava muito ele durante todos esses anos. 
Em um outro retrato, era uma foto sua com Miley, Liam e seu marido. Eles sorriam. Era uma das fotos que tiraram no casamento deles. Miley estava grávida de 5 meses de um menino que chamaria Derek. Miley e Liam sempre lhe dera apoio e por isso amava muito eles.
No retrato ao lado, tinha todos os amigos, Sterling e Chelsea, que estão noivos; Ashley e Renan, que mudaram com o amor, sorrira por isso. Ashley já tinha ganhado o bebê e era uma menina chamada Claire e estava com 2 anos. Eles estava felizes, dava para vê. Dallas se casou com um homem de Londres, chamado John. Eles estavam felizes, só que não tinham filhos ainda. Debby e Cole também apareceram naquela foto, junto com Brenda e Zac. Os dois casal tinha se casado também. Maddie estava namorando sério com Frankie, já que ambos tinham 19 anos. Seus pais naquela fotografia, os pais do Joe, que ela considerava como seus pais. Claro, também estava Selena, Nick, Mitchie, Miley e Liam. E os dois principalmente.
Em um retrato tinha sua família. Ela, seu marido e suas filhas. Aquela foto era uma das que ela mais gostava, pois ela via a felicidade estampados no sorriso de cada um deles. Sua família, sua felicidade, seu mundo. Amava mais que qualquer outra coisa. Eles eram os mais importantes da vida dela. A vida que ela sempre sonhou.
No outro retrato tinha ela e Joe. O sorriso surgiu no rosto. Aquela foto foi tirada quando tinha voltado da lua de mel, lembrava como foi. Mesmo com tantas coisas que aconteceram, com alegrias e decepcões, carinho, amor, tudo. Ela simplesmente o ama mais que qualquer outra coisa. Ele fizera com que os sonhos dela se tornasse realidade, fez ela se sentir única, fez ela dar o sorriso que só ela sabia, que fizeram seus olhos brilharem, seu corpo se arrepiar, seu coração acelerar. Ela o amava mais que tudo, ele é tudo para ela. 

Demi deixou uma lágrima solitária escorrer sobre seu rosto. Se arrepiou ao sentir alguém a abraçando por trás e dando-lhe um beijo no pescoço. 

- Eu te amo muito. - disse Demi, fechando os olhos - nunca esqueça. 
- Eu nunca vou esquecer, sabe por que? Porque eu te amo muito. - a virou para ele e lhe deu um beijo.

The End, Need You Now 

Gostaram? Espero que sim ^.^
Pequeno aviso: Gente, como eu vou começar escrever uma nova web, eu vou primeiro escrever uma boa parte dela, para mim ficar menos carregada. Então, eu vou ficar sem postar por uns dias, mas sempre vou dar uma passeada aqui, ver o que tem aqui ou então, postar alguma coisa sobre a nova web. Posso só dizer, que possivelmente chamará What The Hell, mas posso postar outra antes, como uma "one short", sabe né? Aqueles que tem poucos capítulos.. É temporário, umas duas semanas, mas ou menos. Enfim, quero dizer que foi muito importante cada momento que vivi com vocês. Obrigada e espero que me entendam!
Enfim, durante esse tempo eu estou aceitando idéias sobre mais capítulos bônus de Need You Now. Claro, vou dar seus devidos créditos e vocês me dão uma ideia. Vai ser legal? Eu não sei, isso vai depender de cada um de vocês, certo? Mas espero que sim yn. Espero que me entendam sobre eu dar um tempinho, mas é rápido, só para me organizar com a web e começa-la a escrever. 

Obrigada por tudo meus lindos, 
Amo vocês <3
Fiquem com Deus :*
Beijos my diwos ~